Aripuanã
Sobre a Aripuanã

Empresa

Uma escola construída
às margens do Nordeste

Nascemos em Aracaju, a partir de uma pergunta simples: por que não existe formação séria em consultoria voltada para quem trabalha aqui?

Voltar ao início

Nossa história

De uma lacuna real a um programa com estrutura

A Aripuanã surgiu em 2019 a partir de conversas entre profissionais que atuavam em consultoria no Nordeste e percebiam a mesma limitação: os programas de formação disponíveis no mercado foram desenhados para grandes centros, com casos de São Paulo ou Rio de Janeiro, sem nenhuma referência aos contratos de serviços municipais, às estruturas jurídicas de concessão estadual ou aos padrões de aprovação que qualquer consultor sergipano ou alagoano encontra no trabalho real.

A escolha foi construir algo diferente: programas com material extraído diretamente de engajamentos no Nordeste, turmas pequenas o suficiente para que o instrutor conheça cada participante, e uma abordagem que não trata a consultoria como uma sequência de ferramentas prontas, mas como uma prática que exige julgamento.

O nome vem do Rio Aripuanã — um afluente que corre por dentro do Brasil profundo sem buscar visibilidade, mas chegando onde precisa chegar. É a imagem que mais se aproxima do que queremos fazer: formação que vai fundo, sem barulho desnecessário.

Em números

2019

Ano de fundação em Aracaju, SE

340+

Consultores formados nos três programas

3

Programas ativos com turmas semestrais

92%

Taxa de conclusão nas turmas de 2024

Missão

Formar consultores que pensam com clareza sobre o que fazem — sem atalhos que não funcionam fora do material didático.

Visão

Ser a referência em formação de consultores no Nordeste, com programas reconhecidos pela profundidade do trabalho de casos e pela honestidade sobre o que a consultoria pode e não pode oferecer.

Compromisso

Cada turma tem número limitado de vagas. Não abrimos turmas apenas para preencher agenda — abrimos quando temos capacidade de dar retorno individual a cada participante.

A equipe

Quem coordena os programas

RM

Rafael Mendonça

Diretor de Programas

Atua há 14 anos em consultoria para órgãos públicos e empresas de capital misto no Nordeste. Coordena o Programa de Consultoria em Contextos Público-Privados desde a primeira turma.

CT

Camila Tavares

Instrutora Financeira

Especialista em diagnóstico financeiro para organizações de médio porte. Desenvolveu o programa de Análise Financeira após identificar a dificuldade comum de consultores de outras áreas diante de demonstrações contábeis.

JA

Jorge Alcântara

Mentor Sênior

Vinte anos liderando engajamentos de consultoria em empresas de infraestrutura e governo estadual. Conduz o Programa Sênior e acompanha individualmente cada participante nos trabalhos de caso.

Padrões de qualidade

Como mantemos o nível dos programas

Revisão semestral do material

O material de cada programa passa por revisão antes de cada nova turma, com atualização dos casos e das referências utilizadas.

Limite de vagas por turma

Cada turma tem número máximo de participantes definido antes da abertura das inscrições, garantindo atenção individual.

Trabalhos de caso reais

Os exercícios práticos são baseados em engajamentos reais, com os detalhes de identificação alterados. Não há casos fabricados apenas para fins didáticos.

Privacidade dos participantes

O que é compartilhado no ambiente do programa fica restrito ao programa. Nenhuma informação sobre o trabalho dos participantes é utilizada fora da dinâmica de aula.

Retorno individual escrito

Cada entrega recebe comentário escrito do instrutor responsável. Não há correção automatizada ou comentários genéricos.

Certificação com critérios claros

O certificado é emitido após conclusão efetiva das atividades. Os critérios são apresentados no início de cada programa, sem surpresas no final.

Nossa abordagem

A consultoria séria começa antes da reunião com o cliente. Começa na capacidade de ler um contrato sem romantizar o que está escrito, de olhar para um balanço sem se deixar guiar pela apresentação que acompanha os números, de propor uma estrutura de engajamento que seja honesta sobre o que vai custar e o que pode ou não ser prometido.

No Nordeste, esse trabalho tem especificidades. Os ciclos de aprovação em contratos públicos seguem lógicas próprias. As relações com stakeholders em municípios menores têm padrões que não aparecem nos estudos de caso de Belo Horizonte. A estrutura jurídica de uma concessão estadual em Sergipe não é idêntica à de uma parceria público-privada em São Paulo.

Os programas da Aripuanã partem dessas especificidades para construir competências que funcionam no contexto onde os participantes de fato trabalham — não num contexto imaginado por quem desenvolve material pedagógico em outro estado.

Quer saber mais sobre os programas?

A equipe responde perguntas sobre formato, conteúdo e condições de inscrição.

Falar com a equipe